A paixão é uma doença engraçada.
Quando projetada na vida, o suposto "apaixonado pela vida", cego pela paixão e bebendo da ignorância, busca o dever pelo prazer e não o contrário.
Se executa primeiro o dever, dentre todos os atributos que a Natureza entrega, o prazer será um deles, na justa medida, no Necessário para cada existência, em equilíbrio. Ao "conjunto das entregas da Natureza sob o dever" damos o nome de felicidade.