A autoafirmação

 Salvador, 07 de setembro de 2022.

Prezados leitores e leitoras,

Essa é uma daquelas histórias que vão entrar para o rol das obras que transcendem o entendimento deste mundo e dos acessos às dimensões, como Matrix, O Mito da Caverna de Platão e até, em alguns momentos, a própria Bíblia.

Uma história que tem a transição de mundos algo possível a partir de uma referência pseudo-científica espírita e da conscienciologia que em nada condiz com qualquer teoria séria da própria Ciência, mesmo que possuam elementos para compor a narrativa. Em outras palavras: não confundam ficção com a realidade.

A ciência apresentará a realidade possível para uma época e está tudo bem com isso. A evolução é progressiva e no seu próprio tempo e ritmo. Não cabe a um grupo de pessoas que possuem um entendimento um pouco (mesmo) maior que a média, exigir que a média o siga, isso é imposição, fere o livre-arbítrio.

A própria relação do exercício do livre-arbítrio pleno, real, obriga o reconhecimento de quando uma comunicação entre consciências acontece e quando não. Ou seja, quando é algo que sabemos que a origem é nossa própria consciência e às vezes não. Esses pensamentos são a materialização do processo mediúnico, ou seja: a totalidade da experiência está sob uma vivência auto-investigativa e, portanto, científica.

Identificar o fenômeno deveria ser suficiente para nos autoafirmar.

Existem comunicações que o diálogo interno que narra a disputa da escolha de uma palavra para um texto, é algo tão debatido que só sendo entre duas consciências para durar tanto. É rápido quando é uma negociação interna, completamente individual, porque somos muito bons em nos enganarmos.

Se você sente o que descrevi aqui: saia do armário (risos). A evolução precisa de mais pessoas autoafirmadas. Podemos evoluir juntos, caso tenha que ser.

Existem diversas formas de amadurecer esse conhecimento transcendental: religiões, grupos de estudos, arte terapia, substâncias enteógenas e congêneres.

Um adendo: tenha cuidado com seitas. Elas existem e podem ser muito malvadas. Deixe de frequentar no instante em que você se tocar que pode estar em uma seita (porque provavelmente é). De todo modo, a ciência já conseguiu mapear com excelência como identificá-las. Com esse conhecimento fica muito mais fácil.

Assim, reforço meu apelo: se você entendeu e já sentiu algo parecido com o que descrevi aqui: esse diálogo interno entre consciências; autoafirme os fenômenos! Estude-os e vamos pautando e normalizando aos poucos o que deveria ser enxergado como natural.

A homogeneidade às vezes consegue ser opressiva. Viva o heterogêneo. Viva cada vez mais e melhor. Cada segundo, em cada encarnação, é um presente heterogêneo em possibilidades nas quais até o tempo é relativo.

Aproveitemos.

Carinhosamente,

Man

2 comentários:

  1. Saudade dos bons debates entre nossas consciências kkkkk
    Seu texto me convida a ficar mais atenta aos debates "internos" q duram mt
    Valeu, meirmão!
    Bj

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